A isenção do IR e crescimento econômico estão no centro de um debate promissor em março de 2025. O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco) projeta que a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda pode elevar o Produto Interno Bruto (PIB) em 3 pontos percentuais. Publicado no portal Brasil 247 em 19 de março o estudo destaca que a medida beneficiaria 22 milhões de trabalhadores com renda de até R$ 5 mil mensais. A isenção do IR e crescimento econômico caminham juntos ao aumentar o poder de compra das famílias. Esse impacto positivo seria sentido em curto prazo com mais consumo e investimentos no mercado interno. Assim o Brasil poderia ganhar um fôlego econômico significativo nos próximos anos.
O Sindifisco argumenta que a isenção do IR e crescimento econômico estão ligados à redistribuição de renda. Com a proposta de isentar quem ganha até R$ 5 mil por mês cerca de R$ 120 bilhões seriam injetados na economia anualmente. Esse montante viria da redução da carga tributária sobre os trabalhadores de baixa e média renda que passariam a gastar mais em bens e serviços. A isenção do IR e crescimento econômico beneficiariam setores como comércio varejista e indústria nacional. O estudo sugere que o efeito multiplicador desse dinheiro circulando seria o motor do aumento do PIB. Dessa forma a medida se apresenta como uma solução para dinamizar a economia sem depender apenas de investimentos externos.
A isenção do IR e crescimento econômico também têm respaldo em análises históricas do sindicato. Desde 1996 a tabela do Imposto de Renda acumula defasagem de 152% o que significa que muitos brasileiros pagam mais impostos do que deveriam. Corrigir essa distorção com a isenção do IR e crescimento econômico como meta aliviaria o bolso de milhões de pessoas. O Sindifisco calcula que a faixa atual de isenção em R$ 2.112 está muito abaixo do ideal de R$ 5 mil ajustado pela inflação. Esse ajuste devolveria poder aquisitivo à população e estimularia a demanda interna. O resultado seria um ciclo virtuoso de consumo e produção em todo o país.
Outro ponto forte da isenção do IR e crescimento econômico é o impacto fiscal equilibrado proposto pelo sindicato. Apesar da perda inicial de arrecadação estimada em R$ 74 bilhões por ano o crescimento do PIB compensaria esse valor com o aumento da atividade econômica. A isenção do IR e crescimento econômico gerariam mais empregos e formalização no mercado de trabalho elevando a base tributável a longo prazo. O Sindifisco defende que o governo não precisaria cortar gastos públicos para implementar a medida. Pelo contrário o aquecimento da economia traria receitas indiretas via impostos sobre consumo. Assim a proposta une justiça social e estratégia financeira.
A isenção do IR e crescimento econômico também enfrentam desafios políticos e logísticos. A aprovação no Congresso exige articulação do governo Lula que já sinalizou interesse em revisar a tabela do IR. Porém a isenção do IR e crescimento econômico podem gerar resistências entre setores que temem queda na arrecadação imediata. O Sindifisco sugere uma transição gradual para mitigar esses impactos começando com faixas intermediárias até chegar aos R$ 5 mil. Essa abordagem manteria a confiança dos investidores enquanto os benefícios econômicos se consolidam. O sucesso dependerá de um planejamento claro e apoio multipartidário.
Os trabalhadores são os maiores beneficiados com a isenção do IR e crescimento econômico segundo o sindicato. Famílias de baixa renda que hoje destinam boa parte do orçamento a impostos teriam alívio financeiro imediato. A isenção do IR e crescimento econômico permitiriam mais gastos em educação saúde e lazer melhorando a qualidade de vida. Pequenos negócios também ganhariam com o aumento do consumo local especialmente em cidades menores. O efeito cascata revitalizaria economias regionais que sofrem com a estagnação. Assim a medida poderia reduzir desigualdades históricas no Brasil.
A isenção do IR e crescimento econômico têm potencial para reposicionar o Brasil no cenário internacional. Um PIB 3% maior atrairia mais atenção de investidores estrangeiros interessados em um mercado consumidor robusto. A isenção do IR e crescimento econômico fortaleceriam a imagem do país como um destino de oportunidades econômicas estáveis. O Sindifisco prevê que o crescimento impulsionado pela medida superaria as projeções atuais de 2,1% para 2025 feitas pela ONU. Esse otimismo reflete a confiança na capacidade da política tributária de transformar a economia. O Brasil poderia se destacar entre as nações emergentes com essa estratégia.
Por fim a isenção do IR e crescimento econômico representam uma proposta ambiciosa para 2025. O Sindifisco entrega ao governo um plano que une alívio fiscal para os trabalhadores e estímulo ao desenvolvimento nacional. A isenção do IR e crescimento econômico podem ser o gatilho para uma retomada mais inclusiva após anos de desafios econômicos. Se implementada a medida promete mudar a vida de milhões enquanto aquece os motores do PIB. O debate agora está nas mãos do Executivo e do Legislativo que decidirão o futuro dessa iniciativa. A isenção do IR e crescimento econômico são a aposta para um Brasil mais próspero e justo.
Autor: Richard Otterloo
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital