As mulheres na TI estão no centro de uma discussão urgente conforme o mundo avança rumo a uma economia cada vez mais digital. Em artigo publicado no site do Sindicato dos Bancários de São Paulo Osasco e Região em 11 de março de 2025 Neiva Ribeiro presidenta da entidade alerta que a inclusão feminina na Tecnologia da Informação precisa começar já. Dados da ONU e da OIT mostram que os empregos do futuro exigirão habilidades digitais pensamento crítico e compromisso com sustentabilidade e inclusão social. Contudo a participação das mulheres na TI diminuiu nas últimas décadas refletindo barreiras estruturais. As mulheres na TI enfrentam um cenário de desigualdade que exige ação imediata. A capacitação é o primeiro passo para mudar essa realidade.
Neiva Ribeiro destaca que as mulheres na TI são essenciais para atender às demandas do mercado de trabalho em transformação. Relatórios da UNESCO e do Fórum Econômico Mundial reforçam que a digitalização será o motor das profissões nos próximos anos. Apesar disso a presença feminina no setor bancário e em outras áreas tecnológicas caiu evidenciando a falta de incentivo desde a base educacional. As mulheres na TI precisam de políticas públicas e privadas que promovam acesso a cursos e oportunidades. O Sindicato dos Bancários está na linha de frente dessa luta oferecendo programas de formação para bancárias. Assim as mulheres na TI podem ganhar espaço em um campo dominado por homens.
A desigualdade de gênero é um obstáculo para as mulheres na TI como aponta o texto de Neiva. No setor bancário as mulheres representam apenas 24,6% dos profissionais de TI em 2022 contra 31,9% em 2012 segundo dados do Dieese. Esse retrocesso mostra que as mulheres na TI estão sendo deixadas para trás mesmo com o crescimento de 70,4% nas contratações do setor entre 2012 e 2021. A falta de incentivo na infância e adolescência aliada a estereótipos de gênero contribui para essa exclusão. As mulheres na TI precisam de modelos inspiradores e apoio institucional para reverter essa tendência. O alerta de Neiva é claro: a inclusão não pode esperar mais.
Os cursos de capacitação são uma conquista para as mulheres na TI conforme celebrado pelo sindicato. Financiados por bancos sem custo às participantes essas iniciativas nasceram da Campanha Nacional dos Bancários de 2024. As mulheres na TI agora têm acesso a formações específicas que abrem portas para carreiras promissoras no setor financeiro. Neiva enfatiza que identificar o problema com dados e propor soluções práticas é o caminho para a mudança. As mulheres na TI ganham com isso uma chance de se inserir em áreas estratégicas dos bancos. Esse movimento é um marco na luta por igualdade de oportunidades.
A importância das mulheres na TI vai além da inclusão social e impacta diretamente a inovação nas empresas. Diversidade de gênero traz perspectivas únicas que enriquecem o desenvolvimento de soluções tecnológicas. As mulheres na TI podem contribuir para sistemas mais acessíveis e produtos que atendam a um público amplo. Neiva Ribeiro reforça que a baixa representatividade feminina é uma perda para o setor que depende de criatividade e adaptação. As mulheres na TI são peça-chave para um futuro digital mais equilibrado e sustentável. Ignorar essa necessidade é atrasar o progresso tecnológico do país.
As barreiras enfrentadas pelas mulheres na TI têm raízes profundas na sociedade brasileira. Desde cedo meninas são menos estimuladas a explorar áreas de exatas e tecnologia o que limita suas escolhas profissionais. As mulheres na TI também lidam com ambientes de trabalho que nem sempre valorizam suas contribuições perpetuando a desigualdade salarial e de ascensão. Neiva Ribeiro chama atenção para a urgência de políticas que mudem essa cultura começando pela educação básica. As mulheres na TI precisam de apoio contínuo para superar esses desafios estruturais. O sindicato atua como um catalisador nesse processo de transformação.
A visão de futuro para as mulheres na TI passa por um esforço conjunto entre sindicatos empresas e governo. Programas como os do Sindicato dos Bancários mostram que a capacitação é viável e eficaz quando há vontade política. As mulheres na TI podem se beneficiar de parcerias que ofereçam bolsas mentorias e vagas prioritárias em tecnologia. Neiva Ribeiro defende que a inclusão deve ser prioridade para garantir que o Brasil acompanhe a digitalização global. As mulheres na TI têm o potencial de liderar essa revolução se receberem as ferramentas certas. O momento de agir é agora antes que a exclusão se torne irreversível.
Por fim as mulheres na TI representam uma causa que une justiça social e progresso econômico. A mensagem de Neiva Ribeiro ecoa como um chamado à ação para que a inclusão feminina na Tecnologia da Informação seja tratada como essencial. As mulheres na TI não são apenas beneficiárias desse movimento mas agentes de mudança em um mundo cada vez mais conectado. Com iniciativas concretas como os cursos gratuitos o Sindicato dos Bancários prova que é possível avançar. As mulheres na TI estão prontas para ocupar seu espaço e moldar o futuro digital. Em 2025 esse é o legado que começa a ser construído.
Autor: Richard Otterloo
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital